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Boas-vindas ao meu web site! Na página Sobre mim, conto um pouco da minha história e habilidades, mas adianto umas coisinhas aqui mesmo.

Gosto de ler mais do que de futebol. Aliás, não gosto de futebol, mas gosto muito de ler. Daí para a tradução, que é o que faço por profissão, foi um salto. A propósito, você pode contratar meus serviços de tradutor de inglês para português e vice-versa. Não faço francês, nem espanhol, nem russo, nem ucraniano, nem italiano, mas conheço e tenho contato direto com gente muito boa na tradução desses idiomas para o português. Se precisar, é só falar.

Continuando, ali na página Contato tem um formulário que você pode usar para falar comigo a qualquer momento. Eu respondo rápido e faço isso com prazer.

Ler é bom, não é? Muito! Só que às vezes a gente precisa de mais, a gente precisa estudar. A gente estuda para aprender a ver o mundo com olhos alheios. É por isso que estou cursando português-inglês na Faculdade de Letras da UFRJ. Um pouco do muito que tenho recebido ali, vou juntando e compartilhando no WTL, um web site que criei exclusivamente para isso. Vê lá, de repente você encontra algo que seja de seu interesse no campo das línguas e literaturas.

Ali na página de Videos tem gravações musicais e variedades. Não sou músico por profissão, mas por paixão. Aviso logo, não tem perfeição lá e nem é esse o meu objetivo.

Na página do Blog, um blog! Sempre que você voltar, espero ter algo novo para oferecer. Você pode se cadastrar para receber as notificações de atualizações. Seja como for, volte sempre!

Apresentação

Blog

Romance

“Romance Anônimo” é uma peça para violão acústico também conhecida como Estudo em Mi, de Rovira, Romance Espanhol, Romance da Espanha, Romance de Amor, Romance do Violão, Romanza e Romance d’Amour, dentre outros nomes. Sua origem e autoria são debatíveis. Imagina-se que era originalmente uma peça solo para violão instrumental, do século XIX.  Sua autoria …

Sobre

Nasci na cidade de Goiânia, Estado de Goiás. Aos dez anos trabalhava meio expediente como balconista e caixa numa loja de tecidos. Aos doze, entregava marmitas antes de ir para a escola numa jornada diária de 16 quilômetros, dos quais 7,6 eram percorridos a pé. Dos 14 aos 17 anos, trabalhei com minha família numa fazenda de meus pais na criação de gado e no cultivo de lavoura de subsistência. Os estudos tiveram de ser interrompidos nessa época.

Aos 18 anos iniciei na agência do Bradesco que fica na praça Tamandaré, em Goiânia de novo, onde trabalhei durante três anos nos setores de arrecadações, cobrança e cadastros. Voltei à escola para concluir o que a gente chamava de ginasial e iniciei o curso de processamento de dados num colégio local. Algum tempo depois de deixar os estudos, pedi demissão do banco para voltar ao campo, e trabalhei mais sete anos com criação de gado de corte, gado leiteiro e com uma grande variedade de máquinas e implementos agrícolas de grande porte.

Em 1995 fiz meu primeiro curso de operação de computadores fora do banco, com MS-DOS 5.0, Windows 3.1, Word for Windows 6.0 e Excel 5.0. Foi nessa época que comecei a me interessar pelo inglês, já que a maior parte de programas e informação relacionada eram fornecidos apenas em inglês.

Depois disso, experimentei o Nordeste, onde morei 10 anos e, entre outras coisas, trabalhei como instrutor de informática e com manutenção de equipamentos e sistemas de computação.

De volta a Goiás em 2004, implantei uma rede de computadores, com servidores de dados e de aplicativos e controle de acesso à Internet, em uma empresa de minha família e assumi a administração dos sistemas e estrutura de informação, além de participar na implantação de diversos processos de gestão empresarial.

No dia de minha primeira entrevista de emprego, no Banco Bradesco, pediram que eu redigisse ali mesmo, na hora e de próprio punho, uma carta de solicitação de emprego. Fiquei surpreso com o espanto que minha carta causou ao Jandir, que mais tarde se tornou meu chefe. Ele leu a carta e me perguntou com um entusiasmo fora do que eu consideraria normal se eu mesmo tinha redigido a carta. Era óbvio que sim e ele não estava duvidando. Ainda assim, parecia incrédulo. Não tenho aquela carta e não lembro de seu teor além das linhas gerais de pensamento que ela talvez contivesse.

Anos mais tarde, um amigo para quem eu escrevia com frequência me disse que eu deveria ser escritor. Um outro amigo americano, que era estudioso da língua portuguesa e que a usa com maestria, dizia a terceiros que gostava de minha escrita.

Numa noitinha das semanas finais de 2012, minha esposa perguntou se alguma correspondência havia sido entregue. Seus olhos brilhavam quando falava dos anos que viveu no curso de engenharia da UFPE. Talvez por isso, ela havia feito minha inscrição para o ENEM daquele ano e estava na expectativa de receber a informação sobre local em que eu deveria fazer a prova.

Concordei, fiz a prova e consegui média suficiente para ingressar no curso de Letras Português – Inglês da UFRJ. Não que eu dê importância a isso, mas o 18º lugar no ranking depois de 28 anos longe de qualquer banco de escola não foi um mau resultado.

Talvez eu não tenha percebido, mas a reação do Jandir parecia pressagiar que eu deveria seguir pelo caminho das letras. Paralelo ao ingresso no curso de Letras, em 2013, iniciei uma fase de atividades mais consistentes com tradução. E tem aqueles professores que têm o dom de fazer a esperança na raça humana se reerguer. Em 2014, fui convidado por uma professora assim a participar como tradutor em um projeto da Faculdade. Isso me rendeu uma experiência inestimável. Como não ser grato?

No campo da Literatura, mais uma de minhas paixões, com orientação de outra professora, dessas que a gente chama especial, tive dois trabalhos publicados em livros da série acadêmica Tempo de Ensaio.

A música é um hobby tão sério que pratico cordas diariamente por mais de 30 anos em meus encontros comigo mesmo. Fotografia, ficção, dança, assim como tudo o que desconheço, me fascinam. Vi universos e lugares diferentes entre si como água e óleo, mas não risquei mais do que a superfície do que há para descobrir.  E não é essa a principal vocação do ser?