Retratos

Haja luz

(Wisley Vilela)

Por mares indômitos e tão turbulentos
Nenhum som do rouxinol noite adentro

Teria alguém visto as ondas do som?
Evitar não pude tão felizes pensamentos
Redes penduradas na cara de toda a gente
Velo Dourado, eis que de mares de alhures
chega agora o argonauta

Ela espalha sons pelo assoalho
Seus pés saltitam nos ares
Os bancos querem bis, bis
Canção tão sagrada quanto prece

Aconteceu de novo: Haja luz!

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